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quarta-feira, 27 de novembro de 2024

CAVALEIROS DO ZODÍACO: OS PRINCIPAIS DEUSES GREGOS

 


CAVALEIROS DO ZODÍACO: OS PRINCIPAIS DEUSES GREGOS

[Conhecimento] A mitologia grega


O inicio de tudo: Gaia e Urano.

"Mitos de origem" ou "mitos de criação", na mitologia grega, são termos alusivos à intenção de fazer com que o universo torne-se compreensível e com que a origem do mundo seja explicada. Além de ser o mais famoso, o relato mais coerente e mais bem estruturado sobre o começo das coisas, a Teogonia de Hesíodo também é visto como didático, onde tudo se inicia com o Caos: o vazio primitivo e escuro que precede toda a existência. 

Dele, surge Gaia (a Terra), e outros seres divinos primordiais: Eros (atração amorosa), Tártaro (escuridão primeva) e Érebo. Sem intermédio masculino, Gaia deu à luz Urano, que então a fertilizou. 

Dessa união entre Gaia e Urano, nasceram primeiramente os Titãs: seis homens e seis mulheres (Oceano, Céos, Crios, Hiperion, Jápeto, Teia e Reia, Têmis, Mnemosine, Febe, Tétis e Cronos); e logo os Ciclopes de um só olho e os Hecatônquiros. 

Contudo, Urano, embora tenha gerado estas divindades poderosas, não as permitiu de sair do interior de Gaia e elas permaneceram obedientes ao pai. Somente Cronos, "o mais jovem, de pensamentos tortuosos e o mais terrível dos filhos", castrou o seu pai– com uma foice produzida das entranhas da mãe Gaia– e lançou seus genitais no mar, libertando, assim, todos os irmãos presos no interior da mãe. 

A situação final foi que Urano não procriou novamente, mas o esperma que caiu de seus genitais cortados produziu a deusa Afrodite, saída de uma espuma da água, ao mesmo tempo que o sangue de sua ferida gerou as Ninfas Melíades, as Erínias e os Gigantes, quando atingiu a terra. 

Sem a interferência do pai, Cronos tornou-se o rei dos titãs com sua irmã e esposa Reia como cônjuge e os outros Titãs como sua corte.

A ascensão dos deuses.

Quando Cronos tomou o lugar de Urano, tornou-se tão perverso quanto o pai. Com sua irmã Reia, procriou os primeiros deuses olímpicos (Héstia, Deméter, Hera, Hades, Poseidon e Zeus), mas logo os devorou enquanto nasciam, pelo medo de que um deles o destronasse. 

Mas Zeus, o filho mais novo, com a ajuda da mãe, conseguiu escapar do destino. A mãe, pegou uma pedra, enrolou-a em um tecido e deu a Cronos, que comeu-a, pensando que fosse Zeus. O filho travou uma guerra contra seu progenitor, cujo vencedor ganharia o trono dos deuses. Ao final, com a força dos Cíclopes– a quem libertou do Tártaro– Zeus venceu e condenou Cronos e os outros Titãs na prisão do Tártaro, depois de obrigar o pai a vomitar seus irmãos. 

Para a mitologia clássica, depois dessa destituição dos Titãs, um novo panteão de deuses e deusas surgiu. Entre os principais deuses gregos estavam os olímpicos- cuja limitação de seu número para doze parece ter sido uma ideia moderna, e não antiga - que residiam no Olimpo abaixo dos olhos de Zeus. 

Nesta fase, os olímpicos não eram os únicos deuses que os gregos adoravam: existiam uma variedade de divindades rupestres, como o deus-bode Pã, o deus da natureza e florestas, as ninfas— Náiades (que moravam nas nascentes), Dríades (espíritos das árvores) e as Nereidas (que habitavam o mar) —, deuses de rios, Sátiros, meio homem, meio bode, e outras divindades que residiam em florestas, bosques e mares. Além dessas criaturas, existiam no imaginário grego seres como as Erínias (ou Fúrias) (que habitavam o submundo), cuja função era perseguir os culpados de homicídio, má conduta familiar, heresia ou perjúrio.

No entanto, os deuses gregos, embora poderosos e dignos de homenagens como as presentes nos hinos, eram essencialmente humanos (praticavam violência, possuíam ciúme, cólera, ódio e inveja, tinham grandezas e fraquezas humanas), embora fossem donos de corpos físicos ideais. Independentemente de suas formas humanas, os deuses gregos tinham muitas habilidades fantásticas, sendo as mais importantes: ter a condição de ser imune a doenças, feridas e ao tempo; ter a capacidade de se tornar invisível; viajar longas distâncias instantaneamente e falar através de seres humanos sem estes saberem. Os gregos consideravam a imortalidade — que era assegurada pela alimentação constante de ambrosia e pela ingestão de néctar — como a característica distintiva dos deuses.

Cada deus descende de uma genealogia própria, prossegue interesses próprios, tem uma certa área de especialização, e é regido por uma personalidade singular; no entanto, essas descrições surgem a partir de uma infinidade de locais arcaicos variantes, que não coincidem sempre com elas. Quando esses deuses eram aludidos na poesia, na oração ou em cultos, essas práticas eram realizadas mediante uma combinação de seus nomes e epítetos, que os identificavam por essas distinções do resto de suas próprias manifestações (e.x. Apolo Musageta era "Apolo, [como] chefe das Musas").


A maioria dos deuses foram associados a aspectos específicos de suas vidas: Afrodite, por exemplo, era deusa do amor e da beleza, Ares era deus da guerra, Hades o deus da morte e do inferno, e Atena a deusa da sabedoria, guerra e da coragem. Certos deuses, como Apolo (deus do sol) e Dionísio (deus da festa e do vinho), apresentam personalidades complexas e mais de uma função, enquanto outros, como Héstia e Hélio, revelam pequenas personificações. 

Os templos gregos mais impressionantes tendiam a estar dedicados a um número limitado de deuses, que foram o centro de grandes cultos pan-helênicos. De maneira interessante, muitas regiões dedicavam seus cultos a deuses menos conhecidos e muitas cidades também honravam os deuses mais conhecidos com ritos locais característicos e lhes associavam mitos desconhecidos em outros lugares. Durante a era heroica, o culto dos heróis (ou semi-deuses) complementou a dos deuses e ambas as criaturas se fundiram no imaginário da Grécia.

Zeus
Zeus na religião da Grécia Antiga, é o "pai dos deuses e dos homens" que exercia a autoridade sobre os deuses olímpicos como um pai sobre sua família. É o deus dos céus e dos trovões, na mitologia grega. Seu equivalente romano é Júpiter.

Filho de Crono e Reia, Zeus é o mais novo de seus irmãos; na maior parte das tradições é casado com Hera, embora, no oráculo de Dodona, sua esposa seja Dione. É conhecido por suas aventuras eróticas, que frequentemente resultavam em descendentes divinos e heróicos, como Atena, Apolo e Ártemis, Hermes, Perséfone (com Deméter), Dioniso, Perseu, Héracles, Helena de Troia, Minos, e as Musas (de Mnemosine); com Hera, teria tido Ares, Hebe e Hefesto.

Em Cavaleiros do Zodiaco, ainda está para fazer uma aparição, na suposta Saga de Zeus que se colocaria após o Next Dimension.

Hades


Hades, na mitologia grega, é o deus do mundo inferior e dos mortos.

Equivalente ao deus romano Plutão, que significa o rico e que era também um dos seus epítetos gregos, seu nome era usado frequentemente para designar tanto o deus quanto o reino que governa, nos subterrâneos da Terra.

É considerado um deus da "segunda geração" pelos estudiosos, oriundo que fora de Cronos (Saturno, na teogonia romana) e de Reia, formava com seus cinco irmãos os Crônidas: as mulheres Héstia, Deméter e Hera, e os homens Poseidon e Zeus.

Ele é também conhecido por ter raptado a deusa Perséfone, filha de Deméter, a quem teria sido fiel e com quem nunca teve filhos. A simbologia desta união põe em comunicação duas das principais forças e recursos naturais: a riqueza do subsolo que fornece os minerais, e faz brotar de seu âmago as sementes - vida e morte.

Hades costuma apresentar um papel secundário na mitologia, pois o fato de ser o governante do Mundo dos Mortos faz com que seu trabalho seja "dividido" entre outras divindades, tais como Thanatos, deus da morte, ou as Queres.

Em Cavaleiros do Zodiaco, Hades tomou Shun de Andrômeda como seu receptáculo, já que todos os receptáculos de Hades são conhecidos por serem os mais gentis e de coração puro da geração. É sempre servido por seus deuses menores e servos, Thanatos e também Hypnos, o deus do sono.

Poseidon
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Poseidon é o deus dos mares e terremotos de acordo com a mitologia grega.

Poseidon disputou com Atena para decidir qual dos dois seria o padroeiro de Atenas, o que em Saint Seiya, é representado pelas diversas guerras santas que os dois travaram ao longo dos anos.

As mulheres da Ática tinham o direito ao voto na época do rei Cécrope I. Quando este rei fundou uma cidade, nela brotaram uma oliveira e uma fonte de água. O rei perguntou ao oráculo de Delfos o que isso queria dizer, e resposta foi que a oliveira significava Atena e a fonte de água Poseidon, e que os cidadãos deveriam escolher entre os dois qual seria o nome da cidade. 

Todos os cidadãos foram convocados a votar, homens e mulheres; os homens votaram em Poseidon, as mulheres em Poseidon, e Atena venceu por um voto. Poseidon ficou irritado, e atacou a cidade com as ondas. Para apaziguar o deus, as mulheres de Atenas aceitaram três castigos: que elas perderiam o direito ao voto, que nenhum filho teria o nome da mãe e que ninguém as chamaria de atenienses.

Na Ilíada, Poseidon aparece-nos como o deus supremo dos mares, comandando não apenas as ondas, correntes e marés, mas também as tempestades marinhas e costeiras, provocando nascentes e desmoronamentos costeiros com o seu tridente. Embora seu poder pareça ter se estendido às nascentes e lagos, os rios, por sua vez, têm as suas próprias deidades, não obstante o facto de que Poseidon fosse dono da magnífica ilha de Atlântida.

Geralmente, Poseidon usava a água e os terremotos para exercer vingança, mas também podia apresentar um caráter cooperativo. Ele auxiliou bastante os gregos na Guerra de Troia, mas levou anos se vingando de Odisseu, que havia ferido a cria de um de seus ciclopes.

Os navegantes oravam a ele por ventos favoráveis e viagens seguras, mas seu humor era imprevisível. Apesar dos sacrifícios, que incluíam o afogamento de cavalos, ele podia provocar tempestades, maus ventos e terremotos por capricho.

Considerando que as inúmeras aventuras amorosas de Posídon foram todas frutíferas em descendentes, é de notar que, ao contrário dos descendentes de seu irmão Zeus, os filhos do deus dos mares, tal como os de seu irmão Hades, são quase todos maléficos e de temperamentos violentos. Alguns exemplos: de Teosa nasce o ciclope Polifemo; de Medusa nasce o gigante Chrysaor e o cavalo alado, Pégaso; de Amimone nasce Náuplio; com Deméter nasce Despina, deusa do inverno que acaba com tudo o que sua mãe e sua meia-irmã Perséfone cultivam, também congela as águas; com Ifimedia, nascem os irmãos gigantes Oto e Efialtes (os Aloídas), que chegaram mesmo a declarar guerra aos deuses.

Em Cavaleiros do Zodiaco, foi representado pelo receptáculo Julian Solo, o herdeiro de uma familia rica de comerciantes maritmos. Manipulou Hilda com o Anel dos Nibelungos para jogar Asgard em guerra contra Atena e depois ele mesmo a raptou, causando então outra guerra santa entre os deuses.

Atena


Atena, também conhecida como Palas Atena é, na mitologia grega, a deusa da guerra, da civilização, da sabedoria, da estratégia, das artes, da justiça e da habilidade. 

Uma das principais divindades do panteão grego e um dos doze deuses olímpicos, Atena recebeu culto em toda a Grécia Antiga e em toda a sua área de influência, desde as colônias gregas da Ásia Menor até as da Península Ibérica e norte da África. Por isso seu culto assumiu muitas formas, além de sua figura ter sido sincretizada com várias outras divindades das regiões em torno do Mediterrâneo, ampliando a variedade das formas de culto.

A versão mais corrente de seu mito a dá como filha partenogênica de Zeus, nascendo de sua cabeça plenamente armada. Jamais se casou ou tomou amantes, mantendo uma virgindade perpétua. Era imbatível na guerra, nem mesmo Ares lhe fazia páreo. Foi padroeira de várias cidades mas se tornou mais conhecida como a protetora de Atenas e de toda a Ática. Também protegeu vários heróis e outras figuras míticas, aparecendo em uma grande quantidade de episódios da mitologia.

Foi uma das deusas mais representadas na arte grega e sua simbologia exerceu profunda influência sobre o pensamento grego, em especial nos conceitos relativos à justiça, à sabedoria e à função civilizadora da cultura e das artes, cujos reflexos são perceptíveis até nos dias de hoje em todo o ocidente.

Em Cavaleiros do Zodiaco, seu receptáculo é Saori Kido, que com a morte de seu avô tomou conta de todas os negócios da familia e a Fundação Graad, uma rica empresa. Sempre acompanha os cavaleiros em suas batalhas ou o ajuda com sua cosmo-energia, dando apoio e força para seus leais guerreiros. É extremamente doce e age com compaixão até com seus inimigos.

Ares


Ares, na mitologia grega, é o deus da guerra selvagem, da matança e da violência.

Ares é filho do famoso Zeus e Hera. Ares foi muito cultuado em Esparta, uma das mais importantes Cidades-Estados da Grécia antiga. Embora muitas vezes tratado como o deus olímpico da guerra, ele é mais exatamente o deus da guerra selvagem, ou sede de sangue, ou matança personificada.
Os romanos identificaram-no como Marte, o deus romano da guerra e da agricultura (que eles tinham herdado dos etruscos).

Entre os helenos sempre houve desconfiança de Ares.5 Embora também a meia irmã de Ares, Atena, fosse uma deidade da guerra, a posição de Atena era de guerra estratégica, enquanto Ares tendia a ser a violência imprevisível da guerra. O seu lugar de nascimento e sua casa verdadeira foram colocados muito longe, entre os bárbaros e trácios belicosos de onde ele se retirou depois que o seu caso com Afrodite foi revelado.

"Ares" permaneceu um adjetivo e epíteto em tempos clássicos: Zeus Areios, Atena Areia, até Afrodite Areia. Em tempos micênicos, as inscrições mencionavam Eniálios, um nome que sobreviveu em tempos clássicos como um epíteto de Ares. Corvos e cães, animais que se alimentam dos cadáveres nos campos de batalha, são sagrados para ele.

Em Cavaleiros do Zodiaco, foi mencionado somente no Hipermito. Segundo o mesmo, Ares atacou Atena e seus Cavaleiros após a guerra contra os Gigantes. A Batalha foi considerada a mais severa dentre as várias Guerras Santas que existiram.

A Guerra Santa entre os Berserkers de Ares e os Cavaleiros se prolongou por muito tempo sem uma pausa sequer. Nem mesmo com a participação dos Cavaleiros de Bronze, de Prata e de Ouro, totalizando 88 guerreiros, o exército de Atena foi capaz de subjugar as Legiões de Ares.

Atena então é obrigada a permitir, pela primeira vez que seus Cavaleiros usassem as Armas da Armadura de Libra em batalha. Com as doze Armas, os Cavaleiros de Atena conseguem reverter a vantagem das Legiões de Ares.

Hefesto
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Hefesto (ou Hefaísto) é um deus da mitologia grega, cujo equivalente na mitologia romana era Vulcano. Filho de Zeus e Hera, rei e rainha dos deuses ou, de acordo com alguns relatos, apenas de Hera, era o deus da tecnologia, dos ferreiros, artesãos, escultores, metais, metalurgia, fogo e dos vulcões. 

Como outros ferreiros mitológicos, porém ao contrário dos outros deuses, Hefesto era manco, o que lhe dava uma aparência grotesca aos olhos dos antigos gregos. Servia como ferreiro dos deuses, e era cultuado nos centros manufatureiros e industriais da Grécia, especialmente em Atenas. O centro de seu culto se localizava em Lemnos. 

Os símbolos de Hefesto são um martelo de ferreiro, uma bigorna e uma tenaz, embora por vezes tenha sido retratado empunhando um machado.

Hefesto foi responsável, entre outras obras, pela égide, escudo usado por Zeus em sua batalha contra os titãs. Construiu para si um magnífico e brilhante palácio de bronze, equipado com muitos servos mecânicos. De suas forjas saiu Pandora, primeira mulher mortal

Nunca houve qualquer menção de Hefesto em Saint Seiya.

Hermes


Hermes era, na mitologia grega, um dos deuses olímpicos, filho de Zeus e de Maia, e possuidor de vários atributos. 

Divindade muito antiga, já era cultuado na história pré-Grécia antiga possivelmente como um deus da fertilidade, dos rebanhos, da magia, da divinação, das estradas e viagens, entre outros atributos. 
Ao longo dos séculos seu mito foi extensamente ampliado, tornando-se o mensageiro dos deuses e patrono da ginástica, dos ladrões, dos diplomatas, dos comerciantes, da astronomia, da eloquência e de algumas formas de iniciação, além de ser o guia das almas dos mortos para o reino de Hades, apenas para citar-se algumas de suas funções mais conhecidas.

As primeiras descrições literárias sobre Hermes datam do período arcaico da Grécia, e o mostram nascendo na Arcádia. 

Já no primeiro dia de vida realizou várias proezas e exibiu vários poderes: furtou cinquenta vacas de seu irmão Apolo, inventou o fogo, os sacrifícios, sandálias mágicas e a lira. 

No dia seguinte, perdoado pelo furto das vacas, foi investido de poderes adicionais por Apolo e por seu pai Zeus, e por sua vez concedeu a Apolo a arte de uma nova música, sendo admitido no Olimpo como um dos grandes deuses.

Embora Hermes nunca tenha aparecido pessoalmente em Saint Seiya, ele é mencionado como um dos responsáveis diretos pela destronação e banimento do deus Abel.

Dionísio
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Dioniso ou Dionísio é o Deus grego dos ciclos vitais, das festas, do vinho, da insânia, mas, sobretudo, da intoxicação que funde o bebedor com a deidade. 

Filho de Zeus e da princesa Semele, foi o único Deus olimpiano filho de uma mortal, o que faz dele uma divindade grega atípica. Cadmo, rei e fundador de Tebas, foi casado com Harmonia, filha de Ares e Afrodite. Cadmo (e Harmonia) tiveram vários filhos, Autônoe, Ino, Sêmele, Agave e Polidoro.

Zeus engravidou Sêmele, sem o conhecimento de Hera, e prometeu a Sêmele que esta poderia pedir o que quisesse; enganada por Hera, ela pediu que Zeus se mostrasse a ela na sua forma real, como ele se mostrava para Hera. 

Sem poder recusar, Zeus aparece em uma carruagem de raios e trovões, e Sêmele morre, pelo motivo de que seus olhos mortais não suportam a luz divina; Zeus pega o bebê prematuro de seis meses, e o cria na sua coxa. 

As irmãs de Sêmele, porém, disseram que ela tinha engravidado de um mortal, falsamente acusando Zeus de tê-la assassinado com um raio.

Na hora de Dioniso nascer, Zeus desfez os pontos, e entregou o bebê a Hermes, que o entregou a Ino e seu marido Atamante, ordenando que ele fosse criado como uma menina. Mas Hera fez Atamante enlouquecer, e matar seu filho Learco, confundindo-o com um veado; Ino, sem seguida, matou o outro filho Melicertes, e se jogou, com o filho morto, no fundo do mar.

Zeus, desta forma, enganou Hera. Tomou Dionísio para si, e entregou-o para as ninfas que viviam em Nisa, na Ásia; estas ninfas, como prêmio, foram transformadas nas estrelas chamadas Híades.

Apolo

Afrodite


Artêmis


Hera


Héstia


Deméter

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http://ssburningcosmo.forumeiros.com/t13-conhecimento-a-mitologia-grega#13

NÃO CONTAVAM COM MINHA ASTÚCIA! BIOGRAFIA DEL CHAPULÍN COLORADO

NÃO CONTAVAM COM MINHA ASTÚCIA! BIOGRAFIA DEL CHAPULÍN COLORADO
Tudo Sobre o Chapolin Colorado!

Hoje iremos falar sobre o Herói mais corajoso e nobre que eu já conheci. Vamos falar sobre o nosso querido Chapolin Colorado.

Chapolin Colorado foi uma grande série da televisão mexicana que foi exibida entre 1970 á 1979. Essa séria foi criada e estrelada pelo grande ator e escritor Roberto Gómez Bolaños. Bem, a série parodiava todos os heróis norte-americanos e fazia constantemente críticas sociais em relação à América Latina.

Nos primeiros episódios da série a falta de estrutura da pequena emissora local em que era exibido era muito evidente. Poucos atores participavam, entre eles se destacavam Ramón Valdez e Maria Antonieta de las Nieves, que já trabalhavam no programa deChespirito desde 1968. Os capítulos tinham em média 10 minutos de duração, ainda dentro do programa Chespirito. Lá surgiram, ainda como figurantes, Florinda Meza e Carlos Villagrán.

Surgimento
Em 1968, Roberto Bolaños escrevia vários roteiros para o programa Cómicos y canciones e para a dupla de comediantes "Viruta e Capulina", quadros do programa Sábados de la fortuna. Com o sucesso desses quadros, passou a escrever roteiros de humor para diversos outros comediantes. Foi quando o produtor Sergio Peña ofereceu-lhe um espaço no programa. Seriam duas ou três intervenções de oito a dez minutos cada, todos os sábados. Bolaños criou, então, dois quadros: Los supergenios de la mesa cuadrada e El ciudadano Gómez. Em 1970, a emissora Televisión Independiente de México resolve aumentar para uma hora o tempo de exibição dos projetos de Bolaños, que teria, agora, um programa só seu. Os quadros foram unificados e criou-se Chespirito, que era exibido às segundas-feiras em horário nobre, e incluía diferentes esquetes de humor.

Foi então que nasceu o Chapolin Colorado. O herói foi muito bem aceito e ofuscou o maior sucesso de Bolaños até então, Los Supergenios de la mesa cuadrada, e ganhou espaço próprio. Os estilos de humor dos dois programas eram bem diferentes: "Los supergenios" fazia piada em cima de notícias do dia-a-dia. O herói pela sua fama, foi vendido a empresa de hipermídia (DC Comics México) em 1975, e foi ficando cada vez mais famoso no Norte e Sul Americano. Lidava com o factual e muitas vezes se referia a questões políticas. Tinha, portanto, um humor datado, além de ser um programa eminentemente adulto. Chapolin, ao contrário, não tinha piadas datadas, o que permitiu que o programa durasse muito tempo. Possuía um humor abrangente e, assim, mais comercial.

Concepção
Na primeira confecção do uniforme, só havia quatro cores de tecido na emissora: azul, preto, branco e vermelho. Preto não era interessante porque, para Chespirito, dava a impressão de luto. Branco também era ruim para a televisão, por ser uma cor muito clara, que refletia no vídeo analógico da época. Azul inviabilizava o uso do chroma key, recurso que Chespirito planejava usar. Optou-se, então, pelo vermelho, não porque contivesse algum significado especial, mas por simples eliminação. E surgiu o "colorado" do nome do personagem. Bolaños até chegou a cogitar o nome "El Chapulín Justiciero", mas logo percebeu a carga moral que esse nome trazia. Como a intenção não era política e sim cômica, "Colorado" foi o escolhido.
Baseado na cor escolhida, Bolaños teve a brilhante ideia de fazer do super-herói um gafanhoto. Isso porque, no México, há uma espécie de gafanhoto vermelho conhecido como chapulín, que é usado na alimentação. A palavra chapulín vem do náuatle, língua dos astecas, e significa grilo, gafanhoto. Em se tratando de super-heróis, é comum que tenham estampada em seus uniformes a primeira letra de seus nomes, mas Chapolin tem duas: (CH). Entretanto no alfabeto espanhol é considerado uma única letra (che), mesmo que seja escrita com dois caracteres. O castelhano tem ainda as letras ll (elle) e ñ (eñe).

Elenco e Personagens
Chespirito tinha feito o personagem para que outros atores o interpretassem como um filme, e que rapidamente foi rejeitado devido as características do personagem. O próprio Chespirito abandonou esta ideia e o fez como um quadro em seu programa, dando vida ao personagem.

O seriado tinha apenas o protagonista como personagem fixo, mas possuía alguns personagens que frequentemente apareciam em episódios, como os vilões Quase Nada, Tripa Seca, Rasga Bucho, Chinesinho, entre outros. Em alguns episódios, a crítica aos heróis norte-americanos se torna ainda mais visível, com as aparições de Super Sam, interpretado por Ramón Valdés, um super-herói tipicamente norte-americano. O personagem tem em seu uniforme as cores da bandeira dos Estados Unidos, utiliza expressões em inglês, e carrega um saquinho de dinheiro, numa crítica direta ao capitalismo selvagem dos Estados Unidos.
Chapolin é um personagem atemporal. Aparece nos lugares mais exóticos das mais variadas épocas: no Velho Oeste, na Idade Média, no Renascimento ou até no Espaço sideral. Para que Chapolin apareça de qualquer lugar, sem o menor aviso, basta que alguém pronuncie as palavras "Oh! E agora quem poderá me defender?" e ele surge, frequentemente tropeçando em alguma coisa e sempre respondendo ao apelo: "Eu!". A começar pela entrada nada triunfal, o herói não impõe muito respeito e quase sempre é ridicularizado por seus inimigos.

Legado do Chapolin
O Chapolin Colorado surgiu para satirizar os heróis norte-americanos com seus "superpoderes" e fazer uma crítica social em relação à América Latina. É um herói "sem dinheiro, sem recursos, sem inventos sensacionais, débil e tonto". O personagem surgiu em um momento de grande visibilidade para a América Latina. A estreia da série, foi em 1970, ano da Copa do Mundo de Futebol, realizada no México. E, logo após a Olimpíada, sediada também na capital mexicana em 1968, a região foi palco de movimentos estudantis em protesto à Guerra Fria, disputa ideológica, militar e espacial, entre Estados Unidos e União Soviética. A influência estrangeira nos países latinos foi tema recorrente em "El Chapulín Colorado".

Chapolin se enche de patriotismo ao declarar que seus defendidos não precisam de "heróis importados". O "polegar vermelho" surgiu quando o povo da América Latina se deu conta a urgência de se ter um herói local. Na série, a hegemonia dos países industrializados no mundo subdesenvolvido é simbolizada por meio de "Super Sam". O personagem é o paradigma do poderio norte-americano e usa um uniforme semelhante ao do Superman – com direito ao famoso símbolo no peito do traje azul – e cartola com as cores da bandeira norte-americana. Como nunca fora chamado para ajudar alguém, suas aparições eram fruto da intromissão nas ações do Chapolin. As referências históricas nos episódios de "El Chapulín Colorado", como a alusão à Guerra Fria ("De los metiches líbranos señor") e à relação entre norte-americanos e latino-americanos ("Todos caben en un cuartito, sabiéndolos acomodar"), permeiam o trabalho de Roberto Gómez Bolaños em "El Chapulín Colorado", buscando satirizar uma época conturbada no mundo dos anos 60 e 70 e a fraqueza latino-americana, em contraposição ao individualismo estadunidense.

"Chapolin não tem as propriedades extraordinárias dos super-heróis: é tonto, desastrado e medroso. Mas também é um herói porque supera o medo e enfrenta os problemas e é aí que estão o heroísmo e a humanidade".—Roberto Gómez Bolaños

Final da Série
Quando Chespirito resolveu desistir de continuar fazendo seus programas, depois de mais de 10 anos ininterruptos, produziu o capítulo final do Chapolin, em 1979. O episódio recorda os melhores momentos da série e os atores Rubén Aguirre, Edgar Vivar e Florinda Meza conversam sobre o personagem criado por Chespirito. Eles dizem que o Chapolin é um herói humano, numeram suas virtudes e também relembram momentos da série. No final, Chespirito agradece ao público por tê-lo prestigiado durante mais de uma década, parabeniza seus amigos atores e também a equipe técnica, dando mais destaque ao diretor do programa, Enrique Segoviano. As últimas palavras do Chapolin Colorado em seu capítulo final foram, "Não contavam com minha astúcia!". Depois disso, mostra-se a equipe desmontando e esvaziando o cenário, como um adeus definitivo. Nos anos 80 o personagem voltaria às telas, porém do mesmo jeito que começou, como um quadro do programa Chespirito, conhecido no Brasil como Clube do Chaves. A série só foi acabar definitivamente em 1992.

Desenho Animado
Em 10 de março de 2015, no Facebook oficial do Chaves, eles mandaram um teaser em que aparecia o Chapolin nas sombras botando sua roupa, sem revelar o rosto, e aparece as letras próximamente..., em traduzido em breve. A aparência do Chapolin no desenho é a mesma que teve em Chaves em desenho animado.

Elenco
Com exceção de Chespirito, o elenco geralmente interpretava personagens diferentes a cada episódio. Normalmente, os personagens a serem salvos tinham o mesmo nome do ator ou atriz que o interpretava, e muitas vezes os atores faziam papeis similares como Florinda Meza sendo uma donzela e Carlos Villagrán como seu marido.

Ao longo dos anos, o elenco atuante no seriado pouco mudou. Todo elenco fixo de El Chavo del Ocho participou da série, sendo que María Antonieta de Las Nieves era regular até meados de 1973 quando passou a ser recorrente, enquanto Angelines Fernández, Horácio Gomez Bolaños e Raul Padilla foram recorrentes durante toda série, participando geralmente de episódios que exigiam um elenco superior a cinco ou seis atores.

Abaixo estão listados o nome de cada ator e o personagem ao qual interpretava. Após o ponto-e-vírgula, estão os personagens de aparição recorrente.

Roberto Gómez Bolaños: Chaves; Chapolin; Doutor Chapatín; Beterraba.

Carlos Villagrán: Vários personagens; Carlos; Quase Nada; Chinesinho; Fura-Tripa; Gorila; Homem Nuclear.

Ramón Valdés: Vários personagens; Tripa Seca, Peterete, Pirata Alma Negra, Super Sam; Racha Cuca; Mão Negra; Almondega.

Florinda Meza: Vários personagens; enfermeira, Rosa, a rumorosa; Garota Nova Rica; Diaba(na festa á fantasia).

Rubén Aguirre: Vários personagens; Poucas Trancas; Porca-Solta

Edgar Vivar: Vários personagens; Botina; Severiano Mirón; Garrafa

Angelines Fernández: Vários personagens

María Antonieta de las Nieves: Vários personagens; Bruxa Baratuxa; Mitomaníaco; Fã do Chapolin.

Horacio Gómez Bolaños: Vários personagens

Raúl Padilla: Vários personagens

Ricardo de Pascual: Vários personagens

Exibição
Em 1971, Chapolin e Chaves estreavam na programação da emissora Televisión Independiente de México, que obteve ótima aceitação do público, principalmente do infantil. O êxito em televisões mexicanas chamou atenção de empresários do ramo e assim passou a ser exibido na Guatemala e posteriormente passou a ser transmitido também no Equador, aceitação foi tanta que muitas outras emissoras latinas começaram a se interessar pelos seriados de Bolaños. As séries abriram as portas das televisões estrangeiras não só para Bolanões como para as produções mexicanas de uma maneira geral. Em 1973, a Televisión Independiente de México se fundiria ao Telesistema Mexicano que eram três canais e dessa união surgiu a Televisión Via Satélite, mais conhecida como Televisa, que desde então, ficou responsável pelo seriado. Hoje, a emissora é a maior realizadora e exportadora de telenovelas do mundo. Chapolin fez muito sucesso e foi o primeiro seriado de televisão produzido no México a ser vendido para exibição no exterior. Teve até uma longa-metragem: Aventuras em Marte, lançado em 1981, era uma versão prolongada do episódio "O planeta Vênus".

Ainda em 1973, as séries eram líderes em audiência em quase toda América Latina. No México, o sucesso do seriado foi tamanho que em 1975 chegou a registrar 60% de share (válor de referência que indica a quantidade de televisores sintonizados em um canal, em comparação com o total de televisores ligados). E conforme foram se tornando conhecidos, os personagens iam consolidando suas características.

Chapolin no Brasil
Há controvérsias sobre a estréia de Chapolin e Chaves no Brasil. Alguns fãs defendem que ela ocorreu no Programa do Bozo, às 12h de algum dia de agosto de 1984, não se sabe ao certo qual. No entanto, a informação oficial do Sistema Brasileiro de Televisão diz que a estréia ocorreu às 18h de 24 de agosto do mesmo ano, no programa TV Pow, apresentado por Sérgio Mallandro e Mara Maravilha. Chapolin estreou no Brasil com a exibição do episódio "O cleptomaníaco", em que Ramón Valdés é um conde que rouba selos do personagem interpretado por Carlos Villagrán. A aceitação foi ótima, e em 1990 foi comprado um novo lote, de cerca de sessenta episódios. Chapolin, então, passou a ser exibido em horário nobre, às 21h, em 76 episódios comuns a noite do SBT. A Editora Globo lançou a revista em quadrinhos do seriado, assim como a do seriado Chaves, o herói era grafado como "Chapolim". Em 1993, a abertura dos bonecos é substituída por uma feita pelo próprio SBT. No decorrer dos anos, o horário de exibição do seriado mudou diversas vezes, e passou até a ser transmitido duas vezes por dia. Em 2014, durante o hórario eleitoral, o SBT exibe os episódios de Chapolin de 13:00 e 20:30hs. A Tectoy lança o jogo Chapolim x Drácula: Um duelo assustador para Master System, o jogo era uma adaptação autorizada do jogo Ghost House. Atualmente, Chapolin é exibido no SBT de segunda a sábado às 13h30.

Espero que tenham gostado desta publicação, Bem, deixem ai nos comentários próximos personagens que eu possa fazer uma pequena biografia.

http://error3404.blogspot.com.br/2015/04/tudo-sobre-o-chapolin-colorado.html
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Cap 1 da primeira temporada do desenho animado do Chapolin


CAP 1 2ª TEMPORADA do desenho animado do Chapolin


PERSONAGEM CORTADO NO REMAKE E MORTE INESPERADA: 20 CURIOSIDADES SOBRE A GRANDE FAMÍLIA

PERSONAGEM CORTADO NO REMAKE E MORTE INESPERADA: 20 CURIOSIDADES SOBRE A GRANDE FAMÍLIA

Por: Paulo Almeida Prado

- A Grande Família foi uma série brasileira, exibida pela Rede Globo entre 29 de março de 2001 e 11 de setembro de 2014.


- A produção é um remake, que teve como inspiração a versão original do programa, exibida pela emissora carioca entre os anos de 1972 e 1975.


- Baseada no seriado norte-americano All In The Family, a primeira versão tinha em seu elenco nomes como Jorge Dória, Eloísa Mafalda, Osmar Prado, Luiz Armando Queiroz, Maria Cristina Nunes, Paulo Araújo e Brandão Filho.



- Após um começo turbulento, no qual a repercussão esperada não foi atingida, a obra teve seus roteiros mais adaptados à realidade brasileira, abordando assuntos como desemprego e inflação. Assim, se tornou um grande sucesso, muito em parte devido à redação de Oduvaldo Vianna Filho e Armando Costa.

- Produzida em preto e branco, a obra só ganhou transmissão a cores em seus últimos episódios.


- Tendo estreado em 26 de Outubro de 1972, a primeira versão chegou ao fim em 27 de Março de 1975, após 112 episódios.

- Em 1987, a Globo exibiu um especial de Natal com todo o elenco original, mostrando como estavam os personagens 12 anos após o encerramento da série.

- Em 2001, a emissora lançou o remake, pensando em resgatar o formato clássico. Para a nova versão, alguns detalhes foram mudados; possivelmente, o mais importante foi a retirada do personagem Júnior, um dos três filhos de Lineu e Nenê na obra original.


- Outra grande diferença foi que a família passou a morar no Rio de Janeiro e não em São Paulo, como ocorria nos anos 70.

- No elenco principal, o remake tinha Marco Nanini, Marieta Severo, Rogério Cardoso, Guta Stresser, Lúcio Mauro Filho e Pedro Cardoso.


- Os primeiros episódios exibidos eram baseados nos textos originais de Oduvaldo Vianna Filho, característica alterada com o passar do tempo.

- A princípio, o papel de Nenê seria de Marília Pêra, mas acabou sendo destinado para Marieta Severo.


- Inicialmente, o revival duraria apenas 12 episódios, funcionando apenas como uma homenagem e não como uma atração fixa.

- Porém, com o sucesso de audiência, o humorístico se tornou fixo na grade global.

- Em 2003, o elenco passa por uma grande perda, com o falecimento de Rogério Cardoso, o Seu Flor, em 24 de julho de 2003, após sofrer um infarto fulminante. Por decisão da equipe, o ator não foi substituído, com o personagem também falecendo na série.


- Ao longo da primeira década dos anos 2000, o seriado foi atinginddo altos índices de audiência e sendo renovado por várias temporadas.

- No ano de 2007, a produção ganhou uma versão nos cinemas. Dirigido por Maurício Farias, A Grande Família - O Filme trazia Lineu achando que está com uma doença terminal e repensando toda sua vida.

- Um ano depois, em 2008, a obra se tornou o primeiro seriado da TV Globo a ser transmitido em alta definição.


- Em 2012, a história deu um salto de quatro anos, possibilitando o surgimento de novos personagens.

- Após 14 temporadas e 489 episódios, A Grande Família chegou ao fim em 11 de setembro de 2014.


Um segredo de Super Mário que você não notou e ninguém nunca contou

 


UM SEGREDO DO SUPER MARIO QUE VOCÊ NÃO NOTOU E NINGUÉM NUNCA CONTOU
Jornalista, estudante de História, nerd assumido e músico aposentado. Editor online da Rádio Atlântida FM e dos blogs Mundoidão e Infosfera.


Você sabe quem é o Mario, lógico (e não tô falando do cara atrás do armário). Sabe que ele éencanador, bigodudo, personagem símbolo da Nintendo, irmão do Luigi. Então, responda rápido e sem olhar: qual a cor da calça do Mario?

Provavelmente respondeu “azul”. E está certo, o personagem popularizado tem camisa vermelha e macacão azul. Mas taí uma coisa que mesmo quem é fã do Mario muitas vezes não percebe, e o queixo cai quando alguém comenta: a calça do Mario já foi de outras cores.

Não se trata das alterações quando se usa um power up, como a flor de fogo ou de gelo. No primeiro Super Mario Bros., por exemplo, o baixinho usava macacão todo vermelho, e parecia estar sem camisa (e ele era marrom, como um macaco peludão).


Já em Super Mario Bros. 2 (a versão USA), na capa do jogo ele aparece com macacão vermelho e camisa azul; mas, dentro do game, o inverso.


E em Super Mario Bros. 3, na capa a roupa já é a popular. Mas no interior do jogo, Mario usa um macacão… PRETO!


Toda essa bagunça foi resolvida no Super Mario All-Stars, o remake dos jogos para Super Nintendo. E nos títulos seguintes o encanador parou de variar no vestuário.


http://atl.clicrbs.com.br/infosfera/2015/04/12/um-segredo-do-super-mario-que-voce-nao-notou-e-ninguem-nunca-contou/
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Keiji Inafune Afirma que Mario é a Bíblia de Desenvolvimento dos Criadores de Jogos
Keiji Inafune criador de Mega Man, agora bem ocupado com desenvolvimento para o futuro Mighty No.9, cedeu uma entrevista à IGN, que celebra a vida do nosso encanador de boné vermelho favorito, Mario. Olhando em diferentes fases da vida de Mario, vários desenvolvedores e ex-funcionários da Nintendo compartilharam suas memórias quando se trata de criar os seus próprios jogos. 



Perrin Kaplan o ex-vice-presidente de marketing de da Nintendo da América, disse que, para ele e muitos funcionários da Nintendo, Mario era "metade humano e metade digital" e que a sua memória mais surpreendente foi quando Super Mario 64 foi lançado, onde Mario pudesse voar no ar. E Jim Merrick, ex-diretor técnico da Nintendo of America, também foi da mesma opinião. Merrick pensava nele como um colega e "o cara que trouxe para a vida de tantos novos produtos e tecnologias da Nintendo". 

Mas Keiji Inafune lembra Mario não como um colega ou um meio humano, mas como o Rei do desenvolvimento da indústria, vendo-o como "a bíblia de desenvolvimentos de jogos para qualquer criador". Seu comentário na íntegra pode ser visto abaixo, mas se você quiser conferir o que outros desenvolvedores disse, você pode ler o artigo *aqui. 

"Se algum criador nunca jogou Mario, então provavelmente não é um bom criador. Isso é algo que eu posso dizer com 100 por cento de confiança. Mario é, para os criadores de jogos, uma bíblia de desenvolvimentos. Há tantas dicas sobre um bom design, sobre personagens carismáticos, sobre a inovação no uso de um sistema de jogabilidade existente. É algo que você tem que olhar constantemente e analisar e tomar dicas de como um criador de jogo. É a "âncora" de quase todos os jogos . 

"Eu tenho total respeito por Miyamoto, inclusive neste ponto... É muito estranho que há tesouros culturais nacionais - são tradicionalmente desportistas. Eu acho que é muito estranho que alguém tão famoso quanto Miyamoto não tenha sido designado como uma dessas pessoas. Ele é discutido em todos os países. Muita gente o conhece. Ele salientou a cultura japonesa e os interesses no Japão em todo o mundo. Ele é alguém que merece respeito final de todos, e muito disso é devido a ser capaz de criar Mario. E Super Mario Bros 3, é claro, dentro disso, era um jogo fantástico."